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O traficante Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto, transferido na tarde desta segunda-feira para o presídio federal de Catanduvas, no Paraná, terá companhia de outros chefões do Comando Vermelho, facção da qual faz parte, na unidade de segurança máxima. Estão no presídio os traficantes Márcio dos Santos Nepomuceno, Marcinho VP, apontado pela polícia como principal chefe da quadrilha, Elias Pereira da Silva, Elias Maluco, condenado por ter sido o mandante da morte do jornalista Tim Lopes, além de Isaías da Costa Rodrigues, Isaías do Borel, e Fabiano Atanásio da Silva, FB.

Em Catanduvas, estão ainda traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP), outra facção presente no Rio, e da Família do Norte (FDN), facção presente no Norte do país e aliada do Comando Vermelho. Piloto foi transferido para Catanduvas após decisão do juiz Rafael Estrela, da Vara de Execuções Penais do Rio. O pedido para inclusão do traficante na unidade foi feito pela secretaria de Segurança do Rio. A penitenciária federal pode abrigar 208 presos, mas por questões de segurança, mantém apenas cerca de 65% vagas ocupadas.

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Marcinho VP está em Catanduvas
Marcinho VP está em Catanduvas

O criminoso foi preso em 13 de dezembro do ano passado, no Paraguai, e cumpria pena no país. Na manhã desta segunda-feira, ele foi expulso da nação vizinha após ter matado uma jovem em sua cela no quartel da polícia do Paraguai, onde estava preso.

Desde que Piloto foi preso, policiais do Brasil e do Paraguai frustraram pelo menos seis tentativas de libertação do traficante. A mais recente foi desarticulada no fim de outubro, quando três supostos integrantes do Comando Vermelho que planejavam resgatar o traficante foram mortos em uma operação em um sítio na cidade de Presidente Franco, a 300 quilômetros a Leste de Assunção, na chamada Tríplice Fronteira entre Paraguai, Brasil e Argentina.

Traficante Elias Maluco foi preso em 2002
Traficante Elias Maluco foi preso em 2002
A polícia encontrou, no sítio, um carro com 84 quilos de dinamite em gel. As autoridades daquele país decidiram detonar todo o explosivo. Na ocasião também foram apreendidas diversas armas, incluindo dois fuzis: um AK-47 e uma AR-15.

Marcelo Piloto fugiu para o Paraguai no fim de 2012, após a ocupação da Favela de Manguinhos pelas forças de segurança para a implantação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).


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