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Durante a reunião do Conselho da Federação Internacional de Handebol (IHF), ocorrida ha duas semanas em Doha, no Qatar, foi decidido que a partir de 2021, os campeonatos mundiais terão 32 países participantes e não mais 24, como é atualmente. O novo formato valerá para todas as categorias, da base ao adulto.

Além disso, foi colocada em debate também a divisão da Federação Continental das Américas, criando um organismo para a América do Norte e Caribe e outra para as Américas do Sul e Central. O objetivo é ampliar a promoção e divulgação do handebol ao redor do mundo, dando mais  oportunidades para outros países de disputarem o Mundial e assim alavancarem o esporte em seus territórios. Hoje, somente o Brasil e a Coreia do Sul conquistaram títulos mundiais sem serem países da Europa.

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Contudo, na questão da divisão da América, existe uma peleja entre IHF e PATHF, ficando assim como uma questão pendente.

Para o presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), Ricardo Souza, esse movimento é uma tendência em todas as modalidades e tem tudo para ser positivo. “O aumento do número de participantes nos mundiais de handebol desde a base até a categoria adulta é uma caminho mundial no esporte e fará com que mais países possam desenvolver a modalidade, porém, ainda resta saber como serão divididas as novas vagas”, disse o dirigente.

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