Mulher que mandou matar PM confessa que tinha vários amantes e que alguns nem o nome sabia

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Após confessar ser a responsável pela morte do marido Marcos Rodrigues Ferreira, de 40 anos, Karla Fernanda Menezes Ferreira, de 33, contou em depoimento à Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que mantinha vários relacionamentos extraconjugais. Um deles seria com o militar do Exército Fernando Lemes, de 18 anos, que também foi preso apontado como responsável pela execução. Em entrevista à Banda B nesta segunda-feira (31), a delegada Aline Manzatto comentou que a frieza de Karla impressionou a todos e que ela chegou a admitir que alguns de seus amantes ela nem mesmo lembrava o nome.

“Com o Fernando, a Karla mantinha um relacionamento há oito meses, mas ela contou aqui que mantinha vários amantes e que alguns outros nem mesmo recordava o nome. Teria apenas pegado o telefone e mantido relações sexuais com essas pessoas”, explicou a delegada.

Karla foi presa no Centro de Curitiba na última sexta-feira (28). Já Lemes foi detido na casa da avó, em Campina Grande do Sul, na região metropolitana da Curitiba. O crime contra Marcos, que era policial militar, aconteceu na noite de quarta-feira (26), na residência do casal, no bairro Campo do Santana.

Para a execução, Karla contou que aproveitou que Marcos estava no banho e ligou para Lemes. Na residência, ela entregou para o amante uma pistola ponto 40 do marido – arma que não é da corporação e sim de sua propriedade – onde o crime aconteceu. Logo em seguida o suspeito teria levado a quantia de R$ 400 em dinheiro e o carro da vítima, um Prisma prata.

Ainda no interrogatório, a esposa disse que foi até o quarto do casal, pois não queria ver o marido ser morto. O policial foi assassinado no momento em que havia saído do banho e estava entrando no quarto. As investigações apuram também que Karla começou a gritar pedindo socorro somente depois que o carro da família foi levado pelo suspeito.

Frieza

Karla e Fernando contaram nas confissões que Marcos teria descoberto a relação entre eles há algum tempo, mas apenas uma semana antes do crime teriam começado a planejar com mais ênfase o assassinato. “O comportamento dela chama muita atenção. A Karla não demonstra muito arrependimento e acredito que, com um exame psicológico ou psiquiátrico, se possa apurar que ela possui algum desvio mental, uma psicopatia ou sociopatia. É difícil de falar pela falta de uma análise técnica, mas chama a atenção. O comportamento da Karla causa muita estranheza”, disse.

Ontem, na Banda B

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