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Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) negou, nesta quinta-feira (28), habeas corpus para Allana Brittes. Com a decisão, a filha do casal Edison e Cristiana Brittes, vai continuar presa na Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP). A jovem de 18 anos está detida por envolvimento na morte do jogador Daniel Corrêa Freitas.

No julgamento, o relator do caso votou pela soltura de Allana, mas foi vencido por outros dois desembargadores, que decidiram por manter a prisão.

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Allana foi denunciada pelo Ministério Público por fraude processual, coação de testemunhas e corrupção de menores. O julgamento do habeas corpus estava marcado para acontecer na quinta-feira passada, 21 de fevereiro, mas foi adiado a pedido do advogado de defesa, Claudio Dalledone.

Foi a festa de 18 anos de Allana que levou Daniel até uma casa noturna do bairro Batel. Depois, ele seguiu com amigos e a família Brittes até a casa deles em São José dos Pinhais. Lá, segundo a denúncia do Ministério Público, o jogador foi espancado por Edison Brittes e também por Eduardo Henrique da Silva, David Vollero Silva e Ygor King. Da casa, os quatro homens saíram de carro e Daniel foi executado por Edison, após ele flagrá-lo na cama com a esposa Cristiana, que estaria dormindo.

Em nota, a defesa de Allana disse entender que o voto do relator, que concedeu a liberdade, deveria ter prevalecido. “De qualquer modo, continua confiando na justiça e após a publicação da decisão avaliará a medida cabível”, informou.

Denúncia

Sete pessoas respondem pelo crime contra Daniel. Edison Brittes Junior, de 38 anos; Eduardo Henrique da Silva, de 19; Ygor King, de 19; e David Willian Vollero Silva, de 18, respondem pela morte do jogador, com motivo torpe, meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima, ocultação de cadáver e fraude processual. Cristiana Brittes, de 35 anos, responde por homicídio qualificado, com motivo torpe.

A sétima indiciada é Evellyn Perusso, que responde por fraude processual e falso testemunho.

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