Justiça marca data para interrogatório dos sete denunciados pela morte de Daniel

Juíza justifica que as diligências que se encontram pendentes não se tratam de diligências imprescindíveis

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A juíza Luciani Regina Martins de Paula, da 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, marcou a data para interrogatório dos sete denunciados pela morte do jogador Daniel Corrêa Freitas. De acordo com despacho publicado na última segunda-feira (17), os depoimentos serão prestados no dia 5 de agosto e podem se estender até o dia 7.

Ao marcar a data, a juíza justifica que as diligências que se encontram pendentes não se tratam de questões imprescindíveis para os interrogatórios.

Edison Luiz Brittes Junior, Eduardo Henrique Ribeiro da Silva, Ygor King e David Willian Vollero Silva foram denunciados pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) por com homicídio qualificado com motivo torpe, meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima, ocultação de cadáver e fraude processual. Os quatro levaram o corpo de Daniel até a Colônia Mergulhão, em São José dos Pinhais.

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Cristiana Rodrigues Brittes também responde por homicídio qualificado.

Allana Emilly Brittes responde por coação de testemunhas e fraude processual. Já Evellyn Brisola Perusso é acusada de mentir em depoimento e fraude processual.

Em fevereiro, as testemunhas de acusação foram as primeiras a serem ouvidas. Já em abril, foram 44 testemunhas de defesa.

O caso

Daniel foi encontrado morto na manhã de 27 de outubro, na zona rural de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Ex meia de Coritiba e São Paulo, ele atualmente atuava no São Bento, time da série B do Campeonato Brasileiro. De acordo com a polícia, foi assassinado após participar da festa de aniversário de 18 anos de Allana em uma boate de Curitiba. Depois da comemoração, alguns convidados seguiram para a casa da garota, incluindo Daniel, em São José dos Pinhais.

Na residência, o pai da menina, Edison, iniciou uma sessão de espancamento contra Daniel após ter visto o jogador em seu quarto, onde sua mulher Cristiana Brittes dormia. O atleta apanhou de vários homens até ser levado de carro por Edison, David Vollero, Eduardo Henrique da Silva e Ygor King até a Colônia Mergulhão.

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