Três adolescente, estudantes do Colégio Estadual Professora Maria das Graças Cavalcante di Mario, no bairro São Cristóvão em Imbau na noite desta quarta-feira (3) invadiram o estabelecimento de ensino armados com machados. Usando máscaras, eles desligaram o disjuntor para que as salas de aula ficassem sem energia, destruíram vários equipamentos do local e fugiram logo em seguida, mas foram apreendidos pouco tempo depois pela Polícia Militar. A Polícia Civil acredita que eles quiseram fazer uma ‘zoação’.

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Várias carteiras, mesas, vidros e o quadro de uma das salas de aula foram atacados pelos adolescentes, mas não há registro de estudantes ou professores feridos durante a ação criminosa – o colégio estava em aulas no momento do ataque e houve pânico e correria quando as luzes se apagaram e os ataques começaram.

“São alunos da escola, com idade entre 13 e 16 anos, que planejaram tudo isso. Um desligou o disjuntor, um segurou a porta e outro entrou na escola com um machadinho. Estava tudo escuro e ele quebrou o que via pela frente”, descreveu à Banda B o delegado Amarantino Ribeiro Gonçalves Neto, da 18ª Subdivisão Policial (SDP) de Telêmaco Borba, para onde os garotos foram encaminhados.

Segundo a PM, testemunhas disseram que o trio pulou o muro nos fundos do colégio para cometer o crime e, em seguida, para fugir do local. Na rota de fuga, foi encontrada uma máscara usada por um dos membros do grupo e os policiais conseguiram identificar o proprietário do objeto, que revelou quem teria pegado a máscara emprestada horas antes.

Durante buscas pela cidade atrás dos autores do ataque, a PM encontrou três adolescentes na região do Imbauzinho e confirmou que seriam os rapazes responsáveis pelo ataque. “Um dos adolescente disse que sofria com bulling e era chamado de ‘Neguinho’ na escola, mas não acreditamos nessa versão. Os pais negaram ter qualquer informação neste sentido, apenas o mais novo, de 13 anos, que demonstrou alguma rebeldia, mas só dentro de casa”, afirmou Ribeiro.

Ainda de acordo com o delegado, os adolescentes foram irresponsáveis sabendo da pouca consequência do ato que cometeram. “Acreditamos que foi mesmo pelo barato e zoação, sem medir a consequência dos anos. Tive a percepção que fizeram por impunidade e para zoar os alunos, em uma infeliz ideia de fazer isso, com uma gravidade enorme, já que alunos foram trancados e no escuro dentro da escola”, destacou.


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