Depois de três anos de domínio completo da Fórmula 1, a Mercedes voltou a acompanhar o Mundial de pilotos e equipe na segunda colocação. Com Sebastian Vettel levando a Ferrari à liderança da categoria, o chefe da equipe alemã, Toto Wolff, admitiu o favoritismo e a superioridade dos rivais italianos na temporada.

“Dói, mas não somos os favoritos nesse ano para o Mundial. Agora mesmo é a Ferrari. Precisamos levantarmos para demonstrar mais uma vez que somos a equipe a ser batida. Ainda restam 14 corridas e tudo está completamente aberto”, afirmou Wolff em entrevista ao site da Mercedes.

Os italianos da Ferrari lideram o Mundial de pilotos com 196 pontos, 17 a mais que os alemães. Entre os pilotos, Vettel tem 129 tentos conquistados e é o primeiro, enquanto Lewis Hamilton é o segundo, com 104, e Valtteri Bottas, o terceiro, com 75, ambos da Mercedes. Kimi Raikkonen, companheiro de Vettel, tem 67 e vem na quarta posição.

“Cada ano os pontos voltam a zero. Com as novas regras desse ano, o êxito histórico não se traduz em rendimento atual. Chegamos na temporada com um carro sólido que nos permitiu vencer três corridas, mas também gerou mais complicações que nos anos anteriores”, acrescentou Wolff.

Nas temporadas de 2014 e 2015, Lewis Hamilton e sua Mercedes não encontraram adversários capazes de brigar pelo título da F1. Já em 2016, a disputa entre o britânico e Nico Rosberg deu mais emoção à categoria, mas em questão de equipe, o time alemão novamente levou com sobras.

“Trabalhamos o máximo na fábrica para solucionar nossas dificuldades atuais. Algumas estarão solucionadas a curto prazo e outras levarão mais tempo. Temos que ter em conta que a temporada é uma maratona, não um Sprint. Se trata de mostrar resistência e levantarmos depois de cair”, completou.

Após o tradicional Grande Prêmio de Monaco, em Monte Carlo, a Fórmula 1 agora vai até Montreal para o GP do Canadá, disputado no próximo domingo

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