candidato à presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, afirmou a jornalistas, na manhã deste sábado (13), que “o melhor plano de saúde que se pode ter é emprego”. Segundo ele, “uma pessoa desempregada está propensa a frequentar, com maior intensidade, os hospitais”.

Também na manhã deste sábado, Bolsonaro gravou participações no horário eleitoral. Em meio às gravações, ele se dirigiu à imprensa para falar sobre suas propostas de governo para a saúde e segurança.

“Você tem que combater a corrupção, exatamente para que sobre recursos para aplicar onde interessa. Eu estou com uma bolsa de colostomia aqui do meu lado. São mais ou menos 200 mil pessoas no Brasil que tem o mesmo problema que eu tenho no momento. E eu sou um privilegiado. Como é que você ataca esse problema? Alguém que realmente tenha amor pela saúde para ocupar um ministério e determinar que se trabalhe para o bem da população e não para atender interesses político-partidários, que é uma regra. Agora, o melhor plano de saúde que se pode ter é emprego. E uma pessoa desempregada está propensa a frequentar, com maior intensidade, os hospitais”, disse o candidato.

Sobre o combate à violência, o presidenciável afirmou que “o ser humano só respeita o que ele teme” e garantiu ser linha dura, banindo benefícios como progressões de pena e saídas temporárias em datas comemorativas.

Primeiro é escalar o time, é dessa forma. A outra, um pacote de medidas para que nós possamos, em um primeiro momento, diminuir a violência em nosso Brasil. Eu tenho uma máxima: eu não quero ninguém sofrendo, sendo torturado, passando necessidade em uma cadeia. Mas no que depender de mim, a polícia no encarceramento se fará presente. E o conselho que eu dou agora para quem quer fazer maldade: se não quiser ir para lá, não faça maldade. Passa por aí. O ser humano só respeita o que ele teme. E nós temos que mostrar para o ser humano que, se ele cometer um crime, ele vai pagar. E no que depender de mim também e do parlamento, obviamente, não teremos progressão de pena, muito menos saidões.”

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