Artigo: Conveniências do amor moderno

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Quem nunca se viu procurando um grande amor? Todos nós já fizemos isso, cada um á sua maneira, uns sofrem sem demonstrar, outros demonstram e se “rasgam” todo, e outros fazem o tipo “to nem aí!!!”

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Renatinha Galvani *
E hoje me peguei pensando: ”até onde vale á pena chegar nessa busca?” Você acredita que encontrou a pessoa certa, que te completa, aquela que vai passar (ou pelo menos deseja) o resto da vida com ela? Aí você mergulha fundo (mesmo sem saber nadar), e quando você olha a pessoa já mergulhou e voltou á margem e ta lá com os pezinhos n’agua…e você pensa: “o que quê eu tô fazendo aqui no fundo????”

Já dizia minha mãe: “se conselho fosse bom ninguém dava vendia!!! ” Mas vamos lá!!! Compare sua relação de hoje com a que você tinha no início; e se você nem precisar fazer isso para saber que não está nem um pouco parecida, tirem um momento para vocês, conversem, tenham uma conversa franca e direta, sem ofensas, mágoas ou coisa parecida. Acho que serei pioneira em dizer isso: “dê um tempo, essa de que quem dá tempo é relcoracao_partidoógio, tá totalmente ultrapassada!!!”

Nos dias de hoje, com tantas relações de variadas formas, com tantas quebras de regras e etiqueta, vale a pena sim, vocês tentarem, se houver amor, haverá saída, e se não houver saída, haverá sempre uma porta de entrada, uma nova chegada; e aí vocês estarão, de volta á procura de um novo e grande amor! Porque no fundo é isso que move a vida.

 

[author title=”Papo Sério- Renatinha Galvani” image=”https://lh3.googleusercontent.com/proxy/8dR0jfDygoIIHjwE_ZSRJwwuKW7S7ueO1ehiu1EJT_KYRZx8tTyuQHRQb735xTCSM1P798plw0u7yYhqVawsAANSfT525SX_1P0Yl6Sb2WyZbNqBupxjBIufpbB0y-bmsmjRRSNXAEnIfOTW7LDYvyyC=w346-h333-p”]Renata Galvani Pelincer, 28 anos, braço direito da mãe Madalena Galvani, empresária de um hotel. Formada em Técnico em administração e técnico em secretariado. É dona de uma personalidade marcante. Politizada, vê com apreensão a atual situação política brasileira, opina sobre comportamento, relações e o cotidiano. Escreve todas as sexta feiras [/author]

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